A Disney ainda tem muita influência

Alguns anos atrás, qualquer sugestão de que haveria uma espécie de agenda escondida por detrás de músicas, filmes, etc., seria confrontada com acusações de sensacionalismo e teorias de conspiração. Passado este tempo, essa ligação não apenas é reconhecida mas também motivo de cuidada atenção e preocupação pelos danos que pode provocar, especialmente nas crianças e jovens.

Atualmente, temos de reconhecer que tudo se processa de forma menos escondida: as chamadas causas fraturantes são exibidas livre e profusamente em tudo quanto é meio de comunicação de massa, fazendo abundante propaganda a comportamentos como homossexualidade e outras imoralidades, feitiçaria e todo o tipo de espiritualismo, entre outros conteúdos impróprios dentro de uma visão cristã.

Até os próprios ideólogos e ativistas seculares percebem bem a importância que isso tem na formatação de mentalidades e consciências. Talvez não seja por isso de surpreender que uma delegação da Planned Parenthood no estado da Pennsylvania, EUA, tenha publicado recentemente este post na rede social Twitter:

Precisamos de uma princesa Disney que tenha feito um aborto
Precisamos de uma princesa Disney que seja pró-escolha
Precisamos de uma princesa Disney que seja um imigrante sem documentos
Precisamos de uma princesa Disney que seja um sindicalista
Precisamos de uma princesa Disney que seja transgénero

Convém esclarecer, para quem não sabe, que a Planned Parenthood é uma organização americana sem fins lucrativos que, formal e oficialmente, fornece cuidados de saúde reprodutiva nos Estados Unidos e em todo o mundo; na prática, é não só mas também uma rede que opera cerca de 650 clínicas onde se incentiva e pratica o aborto como método de controlo reprodutivo, na ordem dos 300 mil a cada ano. Para a sua ação, recebe um subsídio anual de aproximadamente 500 milhões de dólares do governo americano. Sugestivamente, o nome original (entre 1921 e 1942) era “Liga Americana de Controle de Natalidade”.

Portanto, quem tem interesse naqueles tipos de comportamentos percebe bem o poder que o império da Disney tem no modelar do pensamento e dos valores. É por isso que a crianças que vivem sem pais, namorados que nunca casam, velhos que são gananciosos, pessoas e crianças que falam com espíritos e toda uma lista de condutas e atitudes que atentam diretamente contra princípios bíblicos, sugerem acrescentar um personagem com aquelas características citadas no tweet, que seria, evidentemente, apresentado como um herói, um exemplo de humanidade que deve ser seguido e imitado. Quem pensar o contrário, é claro que será um intolerante, inflexível e obstinado.

Há 2000 anos, os habitantes de Tessalónica arrastaram alguns cristãos pelas ruas gritando: “Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui”. Atos 17:6. É uma tristeza ver que o inimigo de Deus parece ter, por sua vez, transtornado o lar e as crianças de muitos cristãos que colocaram e colocam a Disney dentro das suas casas.

Talvez a família de Timóteo seja um bom exemplo neste contexto:

“O pai de Timóteo era grego, e a mãe judia. Desde criança, ele conhecia as Escrituras. A piedade que ele presenciara em sua vida doméstica era sã e sensata. A confiança de sua mãe e de sua avó nos sagrados oráculos, lembravam-lhe continuamente as bênçãos que há em fazer a vontade de Deus. A Palavra de Deus era a regra pela qual essas duas piedosas mulheres haviam guiado Timóteo. O poder espiritual das lições que delas recebera conservou-o puro na linguagem, e incontaminado pelas más influências de que se achava rodeado. Assim, a instrução recebida através do lar havia cooperado com Deus em prepará-lo para assumir responsabilidades.” Ellen White, Atos dos Apóstolos, p. 113

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