Papa Francisco: “Caminhar, rezar e trabalhar juntos”

O papa Francisco efetuou hoje uma visita oficial ao Conselho Mundial de Igrejas (CMI), a propósito do 70º aniversário deste organismo que é a maior organização mundial do movimento ecuménico, com o mais alto número de membros: são 345 comunidades cristãs de mais de 110 países, com exceção da Igreja Católica [n.d.r.: também com exceção da Igreja Adventista do Sétimo Dia], e compreende reformados, luteranos, anglicanos, metodistas, batistas, ortodoxos e outras Igrejas. Representa mais de 500 milhões de fiéis em todo o mundo, cuja sede é Genebra.

Nesta ocasião, o líder romano participou de um encontro ecuménico com a presença do Comité Central do CMI, delegados ecuménicos, autoridades civis e o séquito papal.

No seu discurso, o papa confessou que desejou “participar pessoalmente nas comemorações deste aniversário do Conselho inclusive para reafirmar o empenhamento da Igreja Católica na causa ecuménica e encorajar a cooperação com as Igrejas-membros e com os parceiros ecuménicos.”

Francisco referiu que “a resposta aos passos vacilantes é sempre a mesma: caminhar segundo o Espírito, purificando o coração do mal, escolhendo com obstinação o caminho do Evangelho e recusando os atalhos do mundo. Depois de tantos anos de empenho ecuménico, neste septuagésimo aniversário do Conselho, peçamos ao Espírito que revigore o nosso passo. Que as distâncias não sejam desculpas! É possível, já agora, caminhar segundo o Espírito. Rezar, evangelizar, servir juntos: isto é possível. Caminhar juntos, rezar juntos, trabalhar juntos: eis a nossa estrada-mestra.”

Acerca da união entre os cristãos, o papa continuou dizendo que “esta estrada tem uma meta concreta: a unidade. A estrada oposta, a da divisão, leva a guerras e destruições. O Senhor pede-nos unidade; o mundo, dilacerado por demasiadas divisões que afetam sobretudo os mais fracos, invoca unidade.”

Francisco concluiu seu discurso definindo-se como um “peregrino em busca de unidade e de paz.” O papa acrescentou ainda: “Agradeço a Deus porque aqui encontrei irmãos e irmãs já a caminho. Que a Cruz nos sirva de orientação, porque lá, em Jesus, foram abatidos os muros de separação e foi vencida toda a inimizade.” O seu último apelo foi: “Ajudemo-nos a caminhar, rezar e trabalhar juntos, para que, com a ajuda de Deus, progrida a unidade e o mundo acredite.”

A propósito desta visita, Dom Charles Morerod, Bispo de Lausanne, Genebra e Friburgo falou acerca da religião na cidade de Calvino.

Para o Dom Charles, “a visita do Papa à sede do Conselho Ecuménico das Igrejas – na cidade de Calvino – há antes de tudo um significado ecumênico. Este primeiro aspeto é muito sentido em um país como o nosso onde muitas famílias vivem um ecumenismo interior. Nos últimos sessenta anos o nosso diálogo passou de uma certa hostilidade a uma verdadeira fraternidade. Devemos estar atentos ao risco de um enfraquecimento da consciência da urgência da unidade dos cristãos, como se fosse suficiente uma coabitação pacífica”. Com informações de Vatican News

As intenções ecuménicas de Roma não cessam; pelo contrário, são cada vez mais apoiadas e favorecidas pelos (que se dizem) protestantes. Assim, um texto de Ellen White que se vai comprovando mais e mais é este:

“O pretenso mundo protestante formará uma confederação com o homem do pecado, e a igreja e o mundo estarão em corrupta harmonia.” The S.D.A. Bible Commentary, v. 7, p. 975

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Um comentário em “Papa Francisco: “Caminhar, rezar e trabalhar juntos”

  1. Agradeço a Deus pelo trabalho desse ministério ” O Tempo Final ” pois me ajuda muito na minha caminhada rumo ao céu. Que Deus abençoe cada pessoa desse ministério. Amém

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