Homossexualidade e pedofilia: quando o crime é transformado em comportamento normal

A bem sucedida estratégia de desmoralização dos valores judaico-cristãos que sustentam a sociedade ocidental, nomeadamente os relacionados à vida e à família tradicional, assenta essencial e resumidamente na seguinte sucessão de configurações e considerados jurídicos e sociais: “Crime > Doença > Aceitação como orientação sexual >Tolerância > Legalização > Criminalização da oposição”.

Dito de outra forma, algo que é considerado juridicamente crime e moralmente errado, sofre uma lenta mas persistente mudança de avaliação, mudança essa sempre muito bem sugerida e pressionada por filmes, séries de TV, protagonistas famosos e toda a propaganda em geral, incluindo por parte de governos e diversas organizações. No final da linha, crime é achar mal ou sequer opinar contra o novo conceito adotado, nem que seja por imposição.

Um excelente exemplo onde podemos facilmente constatar este processo é na questão da homossexualidade: desde uma ilegalidade e imoralidade décadas atrás, chegamos hoje ao ponto em que só falta torná-la obrigatória. Como tudo mudou em escassas décadas é espanto para alguns, mas apenas regular business para outros.

Atualmente, estamos nos passos iniciais desse processo quanto a outra das chamadas causas que esses ideólogos do anticristianismo estão sempre prontos a abraçar, embora neste caso com muito mais subtileza e cuidados redobrados: a pedofilia.

Não, não me enganei, é exatamente isso que quero dizer: aquela estratégia que mencionei no início está a ser aplicada para que a pedofilia deixe de ser o que é – um hediondo abuso e violação de crianças ou menores – para passar a ser considerada apenas como uma orientação sexual como qualquer outra.

Se ainda assim acha que isto é tudo uma brincadeira de mau gosto, talvez Nathan Larson o possa ajudar.

Larson é uma espécie de eterno candidato independente ao Congresso americano pelo estado da Virgínia que admite ser pedófilo e, naturalmente, a favor da pedofilia. Inclusive, num texto de sua autoria, Larson escreveu favoravelmente acerca de incesto entre pai e filhas (vamos deixar para outra ocasião os seus comentários nos quais se autoelogiava por violar a ex-esposa transgénero, que entretanto se suicidou após o nascimento da filha de ambos). Não admira, portanto, que Larson se declare a favor da legalização do incesto.

Aqui poderemos dizer: não será esse um caso extremamente isolado de uma pessoa claramente fora do seu juízo? Bom, apesar de já ter passado 14 meses na prisão, atualmente não está detido nem entregue aos cuidados de um manicómio.

Contudo, não é a postura e posição de Larson que mais nos assusta e deixa preocupados, mas sim o facto de estarmos perante um filme que já vimos antes, com o mesmo roteiro embora com outros personagens.

Não é apenas coincidência que muitos dos argumentos (não confundir com ações) pró-homossexualidade podem ser da mesma forma usados para opiniões pró-pedofilia.

Veja estas afirmações que defendem a homossexualidade adaptadas à pedofilia e pederastia:

1) A pedofilia é inata e imutável.
2) A pederastia é ricamente atestada em muitas culturas diferentes ao longo da história.
3) A alegação de que as relações sexuais entre adultos e crianças causam danos é muito exagerada e muitas vezes completamente imprecisa.
4) O sexo adulto-criança consensual pode realmente ser benéfico para a criança.
5) A pederastia não deve ser classificada como um transtorno mental, uma vez que não causa sofrimento aos pederastas terem esses desejos e uma vez que os pederastas podem funcionar como um membro normal que contribui para a sociedade.
6) Muitos dos ilustres homossexuais do passado eram na verdade pedófilos.
7) As pessoas são contra a intimidade intergeracional devido a padrões sociais antiquados e fobias sexuais puritanas.
8) O que importa é o amor, a igualdade e a libertação.

Em outubro de 2013, a Associação Americana de Psiquiatria mudou a classificação de pedofilia: de um transtorno, passou a orientação ou preferência sexual. A pedofilia passou a ser definida como “uma orientação sexual ou preferência sexual desprovida de consumação, enquanto o ‘distúrbio pedófilo’ é definido como uma compulsão e usado para caraterizar os indivíduos que usam assim a sua sexualidade”. O referencial para a definição são crianças com menos de 13 anos de idade.

Ficou chocado com tudo isto? Quase todos ficamos pois isto seria um crime. Pois bem, volte daqui a 20 ou 30 anos, mas não diga nada contra estas ideias para não ser preso de imediato. Ah, e nessa altura haverá outras causas no início do processo.

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3 comentários em “Homossexualidade e pedofilia: quando o crime é transformado em comportamento normal

  1. O Canadá já está avançando de vento em pôpa para punir ou reeducar os pais que orientem seus filhos em sua orientação sexual de nascença. Os criminosos ganham respeito na legislação e as vítimas tornam-se vítimas da própria lei.

  2. Há anos vi um programa em que realçava que existe predominância a pedófilos terem sido abusados em crianças. Podem ser anjos caídos. Quem somos nós para julgar casos muito complexos?

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