Estudo relaciona transgenerismo com “construção social”

Lisa Littman, uma professora da Universidade Brown, Providence, EUA, desenvolveu um estudo com dezenas de menores que se identificam como “transgénero” (uma identidade de género ou expressão de género diferente do sexo atribuído). A conclusão foi que uma significativa percentagem – cerca de 21% – dessas crianças torna-se ou assume-se como transgénero por “pressão social” e não porque nasceu assim.

De acordo com as conclusões do estudo, este “transtorno de identidade de género” (caraterizado psicologicamente pela disforia de género, um desconforto persistente com o sexo de nascimento) “parece ocorrer no contexto de pertença a um grupo comum no qual um, vários ou mesmo todos os amigos assumiram transtorno de género ou se identificaram como transgénero durante o mesmo período de tempo”.

Dito de outra forma, estes menores identificaram-se como transgénero porque os seus amigos também o fizeram.

Adicionalmente, a professora Littman também relatou que os pais indicaram que os menores aumentaram o uso de redes sociais e internet antes de se assumirem como transgénero.

Qual o problema aqui? É que a propaganda ativista das liberdades de expressão sexual apregoa que o género (eles não usam a palavra sexo) atribuído é uma “construção social” que resulta da “histórica pressão normativa heteromonopatriarcal” (a união de um homem com uma só mulher, para toda a vida, liderada pelo homem) que o tradicionalismo religioso impingiu, obrigou a sociedade a aceitar. Pois bem, o estudo vem apontar que existe uma boa parcela de casos em que o transgenerismo é que é o resultado de pressão e construção social.

O tiro começa a sair pela culatra, a contra-natureza começa a ser desmascarada: é evidente que, excetuando os raríssimos casos tratados, e bem, como doença, o sexo da pessoa é aquele que é observado na gravidez (nas últimas décadas) ou no nascimento (como foi durante milénios). Não pode ser mais simples do que isto: se nasce com pénis é homem, se nasce com vagina é mulher! Não é preciso ser um cientista muito experiente para saber isso, qualquer criança entenderá facilmente essa distinção.

As alternativas que têm surgido, e que agora se começam a perceber como sendo as verdadeiras “construções sociais”, não passam de tentativas para destruir: a) a definição de macho e fêmea que Deus estabeleceu no Éden; b) o casamento apenas entre um homem e uma mulher; c) a heterossexualidade, conforme o plano original. Ou seja, tudo isto faz parte da revolta e insurreição da criatura contra o Criador, um reflexo de uma outra luta, muito lá atrás no tempo, antes de haver humanidade.

No fundo, o plano do Deus é sempre melhor; o que o homem altera é sempre deturpação.

Ah, faltou dizer que pouquíssimos ou quase nenhuns meios de comunicação noticiaram o estudo. Devem estar ocupados com os (supostos) estudos, sempre bem enviesados que os ideólogos fazem e trocam entre si mesmos para suportar a ideologia.

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