Lição 2 DANIEL E O TEMPO DO FIM

Introdução

O livro de Daniel também apresenta um esquema quiástico.

1. Problema: o templo e o povo de Deus conquistados (c. 1)
2. Nabucodonosor sonha com quatro reinos (c. 2)
3. Os amigos de Daniel são provados, perseguidos e libertados (c. 3)
4. Nabucodonosor é humilhado por Deus, depois arrepende-se (c. 4);
4′. Belshazar é humilhado por Deus, é destruído (c. 5)
3′. Daniel é provado, perseguido e liberto (c. 6)
2′. Daniel sonha com quatro reinos (c. 7)
1′. Solução: o templo é restaurado e o povo de Deus é libertado (c. 8-12)

Daniel, e seus três amigos, eram jovens no final da adolescência quando chegaram a Babilónia. Esta era uma cultura atroz, avessa para o estilo de vida e princípios religiosos que eles tinham aprendido como judeus.

Contexto histórico-profético

Deus tinha escolhido Abraão e os seus descendentes para serem um canal de bênçãos para todos os povos.

Génesis 12: 3”E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.”

Génesis 22:18 “E em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à minha voz.”

Portanto, uma das principais funções do povo de Israel seria atrair todas as nações para o verdadeiro Deus:

Zacarias 8:23 “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Naquele dia sucederá que pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, na orla das vestes de um judeu, dizendo: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco.”

O objetivo era que também eles recebessem as bênçãos, a salvação de Deus:

Zacarias 2:11 “E naquele dia muitas nações se ajuntarão ao Senhor, e serão o meu povo, e habitarei no meio de ti e saberás que o Senhor dos Exércitos me enviou a ti.”

Zacarias 14:16 “E acontecerá que, todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, e para celebrarem a festa dos tabernáculos.”

Enquanto o povo judeu era exclusivo quanto a ser o povo específico escolhido por Deus para um propósito especial (incluindo de onde surgiria o Messias), a verdade é que a salvação não era, não é e não será um exclusivo dos judeus (raciais, étnicos).

Isaías 56:3, 6, 7 “E não fale o filho do estrangeiro, que se houver unido ao Senhor, dizendo: Certamente o Senhor me separará do seu povo; nem tampouco diga o eunuco: Eis que sou uma árvore seca. 6 E aos filhos dos estrangeiros, que se unirem ao Senhor, para o servirem, e para amarem o nome do Senhor, e para serem seus servos, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem a minha aliança, 7 Também os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos.”

Isso fica bem claro quando vemos a história de conversão de Nabucodonosor, chefe da Babilónia:

Daniel 4:37 “Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalço e glorifico ao Rei do céu; porque todas as suas obras são verdade, e os seus caminhos juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba.”

Daniel 1

Mesmo que, como povo, coletivamente, Israel estivesse numa triste situação de cativeiro, ainda assim Deus estava disposto e continuava a abençoar aqueles que se mostrassem fiéis.

Daniel 1 mostra que aqueles que se mantêm fiéis aos princípios e valores que Deus tem, acabam por ser notados, marcar a diferença e, finalmente, ser abençoados e favorecidos por Deus.

Daniel 1:19,20 “E o rei falou com eles; entre todos eles não foram achados outros tais como Daniel, Hananias, Misael e Azarias; portanto ficaram assistindo diante do rei. 20 E em toda a matéria de sabedoria e de discernimento, sobre o que o rei lhes perguntou, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos astrólogos que havia em todo o seu reino.”

Daniel 2

Daniel 2 relata uma das mais célebres profecias de toda a Escritura, apontada por muitos como a base fundamental para muitas outras.

Na visão de Daniel 2, é mostrado a Nabucodonosor e revelado através de Daniel, os grandes impérios e nações que seriam preponderantes desde o seu tempo até ao final da História, comportando um período de aproximadamente 2500 anos.

Este capítulo mostra a omnisciência de Deus, confirmando o que as Escrituras mostram:

Salmos 147:5 “Grande é o nosso Senhor, e de grande poder; o seu entendimento é infinito.”

Salmos 139:4 “Não havendo ainda palavra alguma na minha língua, eis que logo, ó Senhor, tudo conheces.”

Jó 34:21 “Porque os seus olhos estão sobre os caminhos de cada um, e ele vê todos os seus passos.”

Nota: omnisciência (ter conhecimento de tudo, incluindo o futuro) é diferente de determinismo (determinar, decidir tudo).

Sabendo isso, Daniel não reclamou para si mesmo mérito algum da revelação do sonho e do seu significado.

Daniel 2:19 “Então foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite; então Daniel louvou o Deus do céu.”

Daniel 2:27, 28 “Respondeu Daniel na presença do rei, dizendo: O segredo que o rei requer, nem sábios, nem astrólogos, nem magos, nem adivinhos o podem declarar ao rei; 28 Mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de acontecer nos últimos dias…”

Daniel 3

Daniel 3 conta uma história real mas também tipológica – aconteceu no passado literalmente, mas os seus símbolos irão materializar-se em breve, novamente, com outros personagens, mas a mesma história quanto aos seus princípios.

1. Em Daniel 3, conforme vimos, há uma ordem para que se adore a estátua de ouro que simboliza o próprio monarca babilónico. Esta ordem é dada nos seguintes termos: “E o arauto apregoava em alta voz: ordena-se a vós, ó povos, nações e línguas…” (v. 4);Em Apocalipse 13, a besta que sobe do mar, a figura que detém o poder (v. 4), exerce-o sobre “Toda a tribo e língua e nação” (v. 7).
Em ambos os casos há um grande poder que pretende dominar o mundo inteiro (não apenas uma nação localmente) através de imposição legal.

2. Em Daniel 3, a ordem é para adorar a “Imagem de ouro que o rei Nabucodonosor tem levantado” (v. 5);
Em Apocalipse 13, a adoração recai sobre a besta: “E adoraram-na, todos os que habitam sobre a terra” (v. 8).
Ambos os poderes (Nabucodonosor e a besta) forçam a adoração sobre si mesmo.

3. Em Daniel 3, uma sentença é determinada para quem não cumprir com a ordem: “E qualquer que não se prostrar e não a adorar, será na mesma hora lançado dentro da fornalha de fogo ardente” (v. 6);
Em Apocalipse 13, a besta consegue perseguir e derrotar os que não lhe obedecem: “E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los” (v. 7).
Os poderes que exigem para si a adoração, têm a determinação e a capacidade de punir brutalmente aqueles que não lhe obedecem.

4. Em Daniel 3, vemos que “Se prostraram todos os povos, nações e línguas e adoraram a estátua de ouro…” (v.7);
Em Apocalipse 13, a besta é adorada por “Todos os que habitam a terra” (v. 8). Curiosamente, quem dá o poder à besta, o dragão, aparece no verso 4 como sendo também adorado, e a besta venerada e reconhecida.
Ambos os poderes atingem os seus objetivos de domínio e adoração, por parte de todos os povos da terra.

5. No entanto, em Daniel 3 vemos um pequeno grupo que não obedeceu à ordem de Nabucodonosor: “Há uns homens judeus (…) que não fizeram caso de ti; a teus deuses não servem, nem a estátua de ouro que levantaste adoraram” (v. 12);
Em Apocalipse 13, também vemos que houve exceções na imposta adoração à besta, pois o verso 8 refere que os que se prostraram diante dela são “Esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro”, o que leva a deduzir que os que têm o nome inscrito no referido livro do Cordeiro não se curvaram perante a besta.
Há sempre um fiel remanescente que não cede, mesmo perante perigo de vida, aos poderes que se opõem ao verdadeiro Deus Criador.

6. Em Daniel 3, esse grupo remanescente vê-se forçado a pagar caro a ousadia de ficar do lado de Deus: “Então estes homens foram atados, vestidos com as suas capas, suas túnicas, e seus chapéus, e demais roupas, e foram lançados dentro da fornalha de fogo ardente” (v. 21);
Em Apocalipse 13, num verso que já lemos, vemos que à besta é-lhe “Permitido fazer guerra aos santos e vencê-los” (v. 7). Mais adiante, diz que a besta conseguiu que “Fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta” (v. 15). Esta é a derrota (v. 7) que a besta inflige aos que não a adoram.
A decisão de permanecer fiel a Deus pode trazer graves consequências terrenas (bem diferentes das eternas…); muitas vezes, o preço da própria vida.

7. Apesar da (aparente) derrota, em Daniel 3 a vida dos fiéis é poupada, pois o próprio Nabucodonosor dá testemunho: “Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, sem sofrer nenhum dano; e o aspeto do quarto é semelhante ao Filho de Deus” (v. 25);
Em Apocalipse, embora alguns seguramente venham a experimentar a morte terrena, há um grupo que não se contamina: “Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá” (14:4).
Em face de enormes perigos, incluindo da própria vida, o fiel crente observador dos mandamentos de Deus (12:17) caminha constantemente ao lado do seu Mestre, quer seja nas antigas fornalhas babilónicas ou nas modernas fornalhas que o inimigo de Deus prepara para os que são servos do Criador.

8. Como resulta para os fiéis a provação? Em Daniel 3 vemos que “Sadraque, Mesaque e Abed-nego saíram do meio do fogo” (v. 26) e que “O fogo não tinha tido poder algum sobre os seus corpos…(v. 27);
Em Apocalipse 15:2 é-nos dito que o grupo dos que “Estavam junto ao mar de vidro e tinham as harpas de Deus” são aqueles que “Saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem e do seu sinal…”
Apesar de severamente provados e testados, aqueles que optam por permanecer fiéis aos mandamentos e estatutos de Deus, não se intimidando com ameaças vindas dos poderes desta terra, acabam, finalmente, por emergir vitoriosos! Estes, a besta de Apocalipse 13 não conseguiu, afinal, vencer. Recuperando Apocalipse 13:8, estes são os que têm o seu nome inscrito no livro da vida do Cordeiro.

9. Tanto os jovens hebreus de Daniel 3 como os contemporâneos da besta de Apocalipse 13 conhecem os mandamentos de Deus, cujos dois primeiros dizem: “Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás…” (Êxodo 20:3-5);
Em perfeita concordância com estes mandamentos, surge em Apocalipse 14:9 a voz de um anjo que proclama: “Se alguém adorar a besta e a sua imagem (…) também o tal beberá do vinho da ira de Deus (…) e será atormentado com fogo e enxofre…” – o segundo mandamento da lei de Deus continua dizendo “Eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam” (Êxodo 20:5).
A adoração a qualquer outra figura além de Deus, quer seja de pedra, humana ou temporal, é uma afronta aos mandamentos eternos, e tem a promessa divina de punição em conformidade.

10. Em Daniel 3, é determinada a sentença para todo aquele que insistir em colocar outro deus acima do Deus Criador: “Todo o povo, nação e língua que disser blasfémia contra o Deus de Sadraque, Mesaque e Abed-nego, seja despedaçado, e as suas casas feitas um montouro…” (v. 29)
Em Apocalipse 19:20 lemos que “A besta foi presa, e com ela o falso profeta, que diante dela fizera os sinais, com que enganou os que receberam o sinal da besta, e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre”.
O destino final desses poderes opostos a Deus, que atormentam os Seus seguidores é revelado: destruição total, perdição eterna. Isto aplica-se tanto aos mentores quanto aos seguidores.

11. Em Daniel 3, no final da história, o louvor a Deus é reconhecido: “Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abed-nego…” (v. 28) e “Não há outro Deus que possa livrar como este” (v. 29);
Em Apocalipse 15:3-4, o cântico de Moisés, entoado pelos remidos diz assim: “Grandes e maravilhosas são as Tuas obras, Senhor Deus Todo-poderoso! Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei dos santos. Quem Te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o Teu nome? Porque só Tu és santo; por isso todas as nações virão, e se prostrarão diante de Ti…”

Por fim, Deus é reconhecido como o único merecedor de adoração! Não há Deus como o Criador dos céus e da terra. Quem Nele confia, poderá sofrer perseguição dos poderes deste mundo de trevas; mas no fim, Deus se levantará para salvar todo aquele que Lhe for fiel.

Assim foi com os três jovens hebreus face à estátua e poder de Nabucodonosor; assim será com o povo remanescente final na luta contra a besta e seus agentes.

No seu conjunto, os três primeiros capítulos de Daniel mostram tipologicamente o percurso cristão:

1. Reforma do estilo de vida, em Daniel 1;
2. (Isso prepara a mente para receber a) Revelação divina, em Daniel 2;
3. (Isso prepara a pessoa para estar pronta para suportar a) Provação e perseguição, terminando em livramento com o aparecimento de Jesus, em Daniel 3.

Daniel 4

Daniel 4 relata uma das mais impressionantes conversões da História: após uma dura experiência, Nabucodonosor, o poderoso monarca de Babilónia, aceita o Deus do céu como seu Senhor.

Daniel 4:37 “Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalço e glorifico ao Rei do céu; porque todas as suas obras são verdade, e os seus caminhos juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba.”
Significativamente, a forma drástica que Deus escolheu para salvar Nabucodonosor foi esmagá-lo, humilha-lo ao ponto de uma grave doença mental que o fez comportar-se como um animal (Daniel 4:33)

Cristo Triunfante, p. 196 “Nabucodonosor, mediante sua terrível humilhação ao perder a razão, foi levado a ver sua própria fraqueza e a reconhecer a supremacia do Deus vivo.”

Isto indica que até o chefe do poder tipificado como inimigo de Deus pode alcançar a Sua misericórdia e salvação.

Tipologicamente, isso quer dizer que, atualmente, até mesmo os maiores inimigos da verdade, aqueles que controlam os poderes que se opõem ao único Deus têm oportunidade e possibilidade de serem redimidos. Isso inclui tanto poderes religioso como seculares.

Daniel 6

Daniel 6 faz uma espécie de repetição de tudo o que vimos antes: o servo de Deus mantém-se fiel a toda a prova, ainda que isso implica a mais severa punição.

Sempre que os servos de Deus se posicionam pelo que é reto aos Seus olhos, o inimigo de Deus está sempre pronto para tomar as piores medidas:

a) Aspenaz, o chefe dos eunucos temeu pela própria vida caso a alimentação vegetariana dos quatro jovens hebreus fosse demonstrada carente (Daniel 1:10);
b) Ao não se relembrar do sonho para saber a interpretação, Nabucodonosor ordena matar todos os sábios, incluindo os quatro jovens hebreus (Daniel 2:13)
c) Ao não se curvarem diante da estátua do rei, os três jovens hebreus são condenados à morte (Daniel 3:15, 21, 23)
d) Ao adorar ao Deus do céu, Daniel violou uma lei do estado que obrigava todas as petições serem dirigidas ao rei da Pérsia, condenando-o à cova dos leões (Daniel 6:13, 16)

Nota: contudo, quando os poderes que governam se sentem aflitos, até recorrem e beneficiam os fiéis de Deus (Daniel 5:16)

Finalmente, Deus frustrou os planos dos inimigos de Seu servo numa proporcionalidade direta: os presidentes e príncipes queriam retirar Daniel da sua posição, matando-o; mas Daniel sobreviveu, foi readmitido em funções privilegiadas e os seus inimigos é que foram mortos.

Esta história repete-se no livro de Ester – houve um decreto, instigado por Hamã, para matar os judeus; mas no dia em que isso deveria suceder, aconteceu o contrário:

Ester 9:1 “E, no duodécimo mês, que é o mês de Adar, no dia treze do mesmo mês em que chegou a palavra do rei e a sua ordem para se executar, no dia em que os inimigos dos judeus esperavam assenhorear-se deles, sucedeu o contrário, porque os judeus foram os que se assenhorearam dos que os odiavam.”

Algo semelhante acontecerá no final dos tempos:

Salmos 27:5“No dia da adversidade me esconderá no Seu pavilhão; no oculto do seu tabernáculo me esconderá.”

Isaías 49:25 “Por certo que os presos se tirarão ao valente, e a presa do tirano fugirá, porque Eu contenderei com os que contendem contigo e salvarei os teus filhos.”

Profetas e Reis, p. 727 “O dia da ira para os inimigos de Deus é o dia de final livramento para a Sua igreja.”

Conclusão

Ao nos aproximarmos do fim da história deste mundo, as profecias registradas por Daniel demandam nossa especial atenção, visto relacionarem-se com o próprio tempo em que estamos vivendo. Com elas devem-se ligar os ensinos do último livro das Escrituras do Novo Testamento. Satanás tem levado muitos a crer que as porções proféticas dos escritos de Daniel e João o revelador não podem ser compreendidas. Mas a promessa é clara de que bênção especial acompanhará o estudo dessas profecias. “Os sábios entenderão” (Daniel 12:10), foi dito com respeito às visões de Daniel que deviam ser abertas nos últimos dias; e da revelação que Cristo deu a Seu servo João para guia do povo de Deus através dos séculos, a promessa é: “Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas”. Apocalipse 1:3.” Profetas e Reis, p. 279

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