Lição 6 A “MUDANÇA” DA LEI

Introdução

Tudo o que existe e nós conhecemos é forçosamente regulado por leis. Isso acontece na natureza, nos estados, nas empresas, etc. Sem lei, qualquer organização está condenada à desordem e aos caos.

Desde o início das Escrituras, podemos perceber que existem leis que constituem a norma de todas operações e comportamentos que existem na Terra. Isso começa logo nos primeiros versículos da Bíblia:

Génesis 1:3 “E disse Deus: haja luz. E houve luz.”

Aqui temos as leis da física em funcionamento ordenado pela primeira vez, algo que se repete ao longo da semana da criação com tudo o que vai sendo criado e/ou ordenado. Mais tarde, Jó, em meio à sua situação aflitiva, confirma a autoria divina destas leis que definem a norma das ações naturais:

Jó 28:23-26 “Deus entende o seu caminho, e ele sabe o seu lugar. 24 Porque ele vê as extremidades da terra; e vê tudo o que há debaixo dos céus. 25 Quando deu peso ao vento, e tomou a medida das águas; 26 Quando prescreveu leis para a chuva e caminho para o relâmpago dos trovões.”

Os primeiros versículos relatam ainda leis no âmbito de outras ciências, sempre com o objetivo de regular e ordenar o funcionamento da criação:

Génesis 1:22 “E Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas nos mares; e as aves se multipliquem na terra.”

Aqui está uma ordem divina que implica as leis da biologia para os animais criados. E assim que surgiu o homem, também a ele foi dada uma lei específica quanto à sua função no novo mundo:

Génesis 1:26 “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.”

Aqui temos uma lei sobre autoridade – o homem criado deveria dominar, governar sobre toda a criação que já existia.

Finalmente, temos uma clara indicação de uma lei de âmbito moral que foi dada ao homem, única criatura que dispunha de capacidade de raciocínio, pensamento, lógica e decisão:

Génesis 1:26, 27 “E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, 27 Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.”

Ainda no âmbito da criação de Génesis, temos a primeira lei com respeito à instituição do casamento.

Génesis 2:24 “Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.”

Portanto, leis não apenas existem como são fundamentais e imprescindíveis para o ordenamento e funcionamento de tudo.

Primeira quebra da lei

Como vimos, havia uma lei de caráter moral que proibia tomar alimento de uma das árvores do jardim (Génesis 1:16, 17). Logo a seguir ao relato da criação, Moisés conta acerca da violação dessa mesma lei:

Génesis 3:6 “E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.”

Ora, a mesma lei também determinava a correspondente punição caso houve uma violação (Génesis 1:17). Diante deste problema, Deus faz um julgamento investigativo ao que tinha acontecido, proferindo depois a devida sentença sobre cada um dos intervenientes (Génesis 3:9-19, 23, 24).

Em tudo isto, há um detalhe importante que devemos atentar: Deus não mudou a lei depois de o homem a ter violado, nem tampouco houve uma alteração da lei com efeitos retroativos – o código e a norma de conduta que existiam permaneceram inalterados e inalteráveis.

Os Dez Mandamentos

Mais à frente no tempo, Deus entregou ao homem a Sua lei sob a forma escrita – encontramos isso em Êxodo 20:2-17. Este conjunto de normas é a descrição humanamente entendível do justo e perfeito caráter de Deus projetado no homem para o seu bem e restauração à imagem divina entretanto perdida. Existe, por isso, um evidente paralelo entre a lei e o seu Autor:

Deus é…
A lei de Deus é…
Santo
Levítico 19:2 “Eu, o Senhor vosso Deus, sou santo.”
Santa
Romanos 7:12 “E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom”
Justo
Salmos 145:17 “Justo é o Senhor em todos os seus caminhos”
Justa
Salmos 119:172 “Todos os teus mandamentos são justiça.”
Romanos 7:12 “E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom”
Bom
Salmos 34:8 “Provai, e vede que o Senhor é bom”
Boa
Romanos 7:12 “E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom”; “Consinto com a lei, que é boa”

Eterno
Isaías 40:28 “Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra”
Eterna
Salmos 119:144 “A justiça dos teus testemunhos é eterna”
Mateus 5:18 “Até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei”
Imutável
Malaquias 4:6 “Porque eu, o Senhor, não mudo.”
Tiago 1:17 “Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação."
Imutável
Salmos 89:34 “Não alterarei o que saiu dos meus lábios.”

A Bíblia refere-se a esta lei como um documento perfeito, que não precisa de retificações e que existe para grande benefício daqueles que escolhem obedecer:

Tiago 1:25 “Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar.”
Jesus deixou bem claro que aqueles que O amam, guardam os Seus mandamentos, a Sua Lei.

João 14:15 “Se me amais, guardareis os meus mandamentos.”

Em toda a Bíblia, temos apenas três vezes em que Deus faz algo com a Sua própria mão:

a) O homem, Adão. Génesis 2:7

b) A mulher, Eva. Génesis 2:21

c) Os Dez Mandamentos. Êxodo 31:18 “E deu a Moisés, quando acabou de falar com ele no monte Sinai, as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus.”

A Bíblia apresenta de forma bastante clara as muitas caraterísticas da lei de Deus, os Dez Mandamentos:

a) Foi proferida por Deus. Êxodo 20:1, 22

b) Foi escrita por Deus. Êxodo 31:18; Deuteronómio 9:10

c) Foi escrita em pedra. Êxodo 31:18

d) Foi entregue por Deus a Moisés. Êxodo 31:18

e) Foi colocada dentro da arca. Deuteronómio 10:5

f) É um documento moral. Êxodo 20:3-17

g) Mostra o pecado. Romanos 7:7

h) A sua violação é pecado. I João 3:4

i) Deve observar-se toda a lei. Tiago 2:10

j) Seremos julgados em função da lei. Tiago 2:12

k) Quem observa a lei é bem-aventurado. Tiago 1:25

l) É uma lei de perfeita da liberdade Tiago 1:25, 2:12

m) Há prazer na lei. Romanos 7:22, 5:7

n) Foi estabelecida pela fé em Cristo. Romanos 3:31

o) Jesus veio engrandecer a lei, torna-la gloriosa. Isaías 42:21

p) A lei é espiritual. Romanos 7:14, 7

q) Foi estabelecida na dispensação evangélica. Romanos 3:31

r) Não é revogável. Mateus 5:18

s) Não pode ser alterada. Lucas 16:17

t) Inclui um Sábado semanal santificado. Êxodo 20:8-11

Transgressão da lei

Infelizmente, e como sabemos, foi a transgressão da lei que trouxe toda a enxurrada de problemas que ainda subsistem hoje. As Escrituras descrevem e definem claramente o que é essa transgressão:

I João 3:4 “Todo aquele que pratica o pecado transgride a Lei; de fato, o pecado é a transgressão da Lei.”

A transgressão da lei trouxe o pecado e é a razão dos males que se abateram sobre este mundo.

Isaías 24:5 “Na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores; porquanto têm transgredido as leis, mudado os estatutos, e quebrado a aliança eterna.”

Este texto anterior deixa bem claro que a contaminação (espiritual e suas e outras consequências) vigora neste mundo decorre da violação da lei de Deus e não de um qualquer determinismo arbitrário ou culpa por parte de Deus. Neemias também confirma isso:

Neemias 9:33, 34 “Porém tu és justo em tudo quanto tem vindo sobre nós; porque tu tens agido fielmente, e nós temos agido impiamente. 34 E os nossos reis, os nossos príncipes, os nossos sacerdotes, e os nossos pais não guardaram a tua lei, e não deram ouvidos aos teus mandamentos e aos teus testemunhos, que testificaste contra eles.”

A prática do mal, ou a violação da lei de Deus, de forma consciente, intencional e determinada provoca que Deus seja “obrigado” a nem sequer ouvir as orações que Lhe são dirigidas pro esse tipo de errante.

Provérbios 28:9 “O transgressor da Lei de Deus, consciente, até sua oração é abominável.”

Alteração da lei

Como vimos, a Bíblia avisa que a lei não pode ser alterada nem revogada:

Mateus 5:17, 18 “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir. 18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido.”

Lucas 16:17 “E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei.

Contudo, a Bíblia também anuncia profeticamente que haveria alguém que se acharia no poder e na capacidade de fazer justamente isso o que a Bíblia proíbe:

Daniel 7:25 “E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei.”

Este texto está a referir-se a um “chifre pequeno” (7:8) que surgiu do “animal terrível e espantoso” (7:7) que, na sequência da interpretação profética de Daniel 7 representa o antigo império romano. Ora, esse chifre pequeno representa, portanto, um poder que atentaria contra “os tempos e a lei de Deus”. A interpretação histórico-profética do capítulo 7 de Daniel não deixa margem para dúvidas quanto á identificação desse poder: o papado romano.

Vejamos resumidamente algumas das suas caraterísticas que nos permitem ter toda a segurança nesta identificação:

a) “Entre eles subiu um outro pequeno…” Daniel 7:8. O papado surgiu na Europa Ocidental, entre os dez chifres (reinos) do animal feroz mencionado em Daniel 7:7.

b) “Outro pequeno…” Daniel 7:8. O Vaticano é um reino independente na Europa, com uma população muito reduzida – pequeno é a palavra certa para descrevê-lo.

c) “Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e, depois deles, se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros e abaterá três reis.” Daniel 7:24. Este poder surgiria depois dos dez reinos que foram estabelecidos em 476, com a queda do império romano; o papado assume a supremacia depois disso, em 538.

d) “O qual será diferente…” Daniel 7:24. Os reinos da Europa foram de ordem política; o papado era uma força político-religiosa.

e) “Abaterá a três reis…” Daniel 7:24. Antes do papado dominar, derrotou três reinos: Ostrogodos (em 493), Vândalos (em 534) e Hérulos (em 538).

f) “Destruirá os santos do Altíssimo, e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.” Daniel 7:25. Este foi o período de 1260 anos em que o papado exerceu um domínio déspota e perseguidor para todos quantos se lhe opunham, entre 538 e 1798.

Também Paulo profetizou acerca deste poder que entraria em cena arrogando-se o direito de ocupar o lugar do próprio Deus:

II Tessalonicenses 2:3,4 “Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, 4 O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.”

Voltando à mudança na lei, como poderemos perceber isso em concreto? Veja uma comparação direta entre os Dez Mandamentos que estão na Bíblia e os Dez Mandamentos conforme a Igreja Católica.

Dez Mandamentos na Bíblia
Mandamentos no Compêndio do Catecismo da Igreja Católica
Não terás outros deuses além de mim.
Adorar a Deus e amá-lo sobre todas as coisas.
Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor, o teu Deus, sou Deus zeloso, que castigo os filhos pelos pecados de seus pais até a terceira e quarta geração daqueles que me desprezam, mas trato com bondade até mil gerações aos que me amam e obedecem aos meus mandamentos.
Não invocar o Santo Nome de Deus em vão.
Não tomarás em vão o nome do Senhor, o teu Deus, pois o Senhor não deixará impune quem tomar o seu nome em vão.
Guardar domingos e festas de guarda.
Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo. Trabalharás seis dias e neles farás todos os teus trabalhos, mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao Senhor, o teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teus filhos ou filhas, nem teus servos ou servas, nem teus animais, nem os estrangeiros que morarem em tuas cidades. Pois em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles existe, mas no sétimo dia descansou. Portanto, o Senhor abençoou o sétimo dia e o santificou.
Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superiores).
Honra teu pai e tua mãe, a fim de que tenhas vida longa na terra que o Senhor, o teu Deus, te dá.
Não matar (nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo).
Não matarás.
Guardar castidade nas palavras e nas obras.
Não adulterarás.
Não furtar (nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo).
Não furtarás.
Não levantar falsos testemunhos.
Não darás falso testemunho contra o teu próximo.
Guardar castidade nos pensamentos e nos desejos.
Não cobiçarás a casa do teu próximo. Não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem seus servos ou servas, nem seu boi ou jumento, nem coisa alguma que lhe pertença.
Não cobiçar as coisas alheias.

Bastará uma rápida leitura para perceber que, até mesmo ignorando a linguagem diferente, dois princípios estão gravemente feridos na versão católica:

1) Falta a proibição para o uso de imagens;

2) O Sábado do sétimo dia foi substituído para o domingo, primeiro dia da semana.

O Sábado do quarto mandamento

Quanto a este último aspeto, não por coincidência, as mensagens angélicas de Apocalipse 14 – que são a última mensagem de advertência a um mundo prestes a terminar – apontam claramente para o Deus Criador, cuja marca principal é santificação do Sábado do sétimo dia:

Apocalipse 14:7 “Dizendo com grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, porque é vinda a hora do seu juízo, e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.”

Ora, a expressão “fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” usada neste texto, evoca imediatamente o quarto mandamento que está enunciado de forma muito semelhante:

Êxodo 20:8, 11 “Lembra-te do dia do Sábado, para o santificar. … Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia de Sábado, e o santificou.”

Portanto, esta alteração não autorizada na lei de Deus remove a marca de autoridade do autor da lei.

Não precisamos procurar muito para demonstrar quem, de facto, procedeu a essa alteração: são os próprios autores que o confirmam. Mencionaremos alguns exemplos.

O Reverendo Peter Geiermann, na sua obra “The Convert’s Cathecism of Catholic Doctrine”, que em 25 de janeiro de 1919 recebeu a bênção apostólica do papa Pio X, Segunda Edição, p. 50, diz:

“Pergunta: Qual é o dia de repouso?
Resposta: O dia de repouso é o Sábado.
Pergunta: Porque observamos o domingo em lugar do Sábado?
Resposta: Observamos o domingo em lugar do Sábado porque a Igreja Católica, no Concíliod e Laodiceia (336 A.D.), transferiu a solenidade do sábado para o domingo.”

Na obra “The Doctrinal Cathecism”, lemos na página 174

“Pergunta: Tendes qualquer outra maneira de provar que a Igreja tem poder para instituir dias de guarda?
Resposta: Não tivesse ela tal poder, não teria feito aquilo em que todas as modernas religiões com ela concordam – a substituição da observância do sábado, o sétimo dia, pela observância do domingo, o primeiro dia da semana, mudança para a qual não há nenhuma autorização escriturística.”

O “The Catholic Press”, de Sydney, Austrália, no dia 25 de agosto de 1900, dizia:

“O domingo é uma instituição católica e a reivindicação à sua observância só pode ser defendida nos princípios católicos. … Do princípio ao fim das Escrituras não há uma única passagem que autorize a transferência do culto público semanal do último dia da semana para o primeiro.”

Finalmente, o “The Catholic Mirror”, de Baltimore, EUA, uma edição publicada em setembro de 1893, tinha a seguinte declaração:

“A Igreja Católica, mais de cem anos antes da existência de um único protestante, em virtude da sua divina missão, mudou o dia de Sábado para o domingo.”

Num determinado momento da História, a Igreja Romana achou-se no direito e prerrogativa de definir arbitrariamente quais seriam os novos parâmetros da lei de Deus. Por isso, a observância que atualmente quase todo o mundo presta ao domingo, não encontra fundamento nas páginas da Bíblia, mas sim na tradição da Igreja Católica.

Talvez sem o saberem e ainda que aleguem ser seguidores das Escrituras, por esse simples ato os chamados protestantes reconhecem a superioridade e a autoridade da Igreja de Roma. Desta forma, Roma reclama para si essa mesma autoridade, doutrinariamente aceite pelas igrejas que desprezam o Sábado do sétimo dia como santo, colocando em seu lugar o domingo, primeiro dia da semana.

Conclusão

Conselhos para a Igreja, p. 274 “Há também quem clame que o Senhor não é tão específico em Suas exigências, que a guarda do sábado não deve se tornar motivo para tão grande prejuízo, nem devem entrar em conflito com as leis do lugar onde moram. A questão é que esse pode ser um tipo de teste: se estamos dispostos a honrar ou não a lei de Deus acima das exigências humanas. Isso é o que distingue os que honram a Deus dos que O desonram. Nesse aspecto temos que provar nossa lealdade. A história do relacionamento de Deus com Seu povo, em todos os tempos, tem demonstrado que Ele espera completa obediência.”

Conselhos para a Igreja, p. 311 “Deve-se tornar claro aos que desejam orações por seu restabelecimento que a violação da Lei de Deus, quer natural quer espiritual, é pecado, e que, a fim de receber Suas bênçãos, ele deve ser confessado e abandonado.”

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